Livros


Cem dias entre Céu e Mar


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Relato da primeira travessia do Atlântico Sul em barco a remo realizada em 1984″


Informações

Ficha técnica:
Lançado em set/1985 pela JO Editora.
150.000 exemplares vendidos – Fora de catálogo.

33 edições pela Editora Cia das Letras – 32ª reimpressão.
125.722 exemplares vendidos até jul/2016.

Desmembramentos:
Adaptado para teatro infantil, por Louise Milek “A lâmpada flutuante” e pela Cia Cênica de Brincadeiras Tantos & Tortos, por Mara Vieira & Sérgio Penna.

Outras edições:
Versão de bolso: 58.328 exemplares vendidos até jul/2016, pela Cia das Letras.
Versão e-Book: 1.991 links vendidos até jul/2016, pela Cia das Letras.
Versão especial para o MEC.
Editora Feltinelli (italiano) – Fora de catálogo.
Editorial Noray (espanhol) – Fora de catálogo.
Edição especial para o Círculo do Livro – Fora de catálogo.
Edição especial em áudio-livro para a Fundação do Livro para o Cego – Fora de catálogo.

Curiosidades:
31 semanas consecutivas na lista dos “10 livros mais vendidos, não-ficção” no Brasil


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Audiolivro

Aplicativo

Na versão eletrônica do famoso best-seller de Amyr Klink, o leitor irá vivenciar esta aventura ainda mais de perto. Por meio de mapas interativos, trechos do diário de bordo do autor e fotos. A travessia do Atlântico num barco a remo ganha vida na tela do iPad. Uma viagem inesquecível por alguns dos lugares mais remotos do globo, agora ao alcance da sua mão. Venha navegar conosco.

Em Paraty, velho porto do Brasil colonial, o mar faz parte da história e da paisagem, ditando até hoje os costumes e os ritmos de seus moradores.

Foi nessas águas tranquilas, onde a canoa ainda é um dos principais meios de locomoção, que Amyr Klink desenvolveu, desde criança, um profundo amor aos barcos e à vida marítima.

Cem dias entre céu e mar, o relato de sua travessia do oceano Atlântico a bordo da “lâmpada flutuante” (o apelido que deu ao minúsculo barco a remo), é bem mais do que o registro de uma façanha esportiva. O leitor atento perceberá nestas páginas ecos das narrativas de Conrad, do Jack London de O lobo do mar, das epopéias portuguesas que desvendaram o mar Oceano e, sobretudo, das viagens de grandes exploradores polares como Amundsen, Schackleton e Scott.

Uma intensa poesia atravessa este livro: nas conversas do autor com os objetos a bordo e com os dourados e tubarões que lhe fazem companhia; na esplêncida visão de uma baleia que surge sob o barco no meio da noite; ou ainda na forma como procura enxergar o tempo, “na numeração do cardápio, nas páginas do diário, nas cápsulas de gás do fogareiro, nos rádio-contatos que ainda faltavam, nos fins de semana, nas dobras da carta”, onde ia pacientemente anotando, dia-a-dia, as agruras e alegrias da viagem.

Ao lado da qualidade épica, há em Amyr uma rara compreensão das relações do homem com o meio natural, apreendida no convívio com a cultura caiçara do nosso litoral, aliada em seus projetos ao que existe de mais avançado no mundo da tecnologia. E é bem essa mistura de valores tradicionais e ousadia, de arrojo e sobriedade, que sustenta este navegador em seus difíceis desafios.

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Paratii entre dois pólos


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Relato da viagem de 642 dias entre a Antártica e o Ártico a bordo do veleiro Paratii”


Informações

Ficha técnica:
Lançado pela Editora Cia das Letras em nov/1992 – 34ª reimpressão.
203.672 exemplares vendidos até jul/2016.

Outras edições:
Edição limitada do patrocinador
Versão especial para o MEC.
Bloomsbury (inglês) – Fora de catálogo.
Bungei Shumju (japonês) – Fora de catálogo.
Bastei Lubbe (alemão) – Fora de catálogo.
Editora Feltinelli (italiano) – Fora de catálogo.
Edição especial para o Círculo do Livro – Fora de catálogo.
Edição especial em áudio-livro para a Fundação do Livro para o Cego – Fora de catálogo.

Curiosidades:
Mais de 50 semanas na lista dos “10 livros mais vendidos / não-ficção”, no Brasil.


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Audiolivro


Bem-vindo a bordo. Você vai começar a fazer uma viagem inesquecível. Aliás, duas viagens. Uma, calma, saborosa, sem sobressaltos ou tédio. A outra, plena de aventuras, repleta de emoções, rumo ao desconhecido.

Ambas têm como comandante uma figura rara. Alguém capaz de navegar com rara competência pelo mundo das letras e pelos oceanos do mundo. Amyr Klink é mesmo um brasileiro notável. Como poucos sabe viver experiências incomuns, o que por si só justifica uma existência. Além disso, é também extremamente talentoso para contar sua epopéia.

A primeira viagem você faz ao saborear este Paratii: entre dois pólos. A segunda será feita dentro do barco, sem enjoar.

Quinhentos anos depois que os europeus e suas caravelas chegaram à América, um brasileiro relatra a expedição que o levou à Antártida, tendo como companhia apenas os albatrozes e os pinguins. E dormindo só 45 minutos por vez, o tempo exato de cada período de um jogo de futebol.

O navegante solitário, livre por natureza, percorreu milhas e milhas para…ficar preso. Preso pelo gelo e por opção. Solto para sonhar diante da imensidão, entre o céu e o mar, o sol e as estrelas.

Treze meses absolutamente ímpares nos quais nunca um dia foi igual ao outro, no continente branco que é multicolorido, tão árido e tão vivo simultaneamente.

Amyr Klink se encontra no mar. O nosso encontro é no livro. Amyr no mar é como sereio, meio homem, meio peixe. No livro é um sábio, poeta das melhores histórias do século XX, quando o homem domou o espaço sem perder o fascínio que as ondas não param de despertar.

Icebergs, tempestades, leões-marinhos, dias longos, noites curtas, reflexões sem fim. Visitas humanas aqui e ali, mais ali do que aqui.

Cristóvão Colombo há de desculpar. Mas é inegável a vantagem de Amyr Klink. Mais que um continente, Amyr descobre a vida e não causa polêmicas. Ele é uma unanimidade como navegador e escritor.

Texto da orelha do livro, escrito por Juca Kfouri

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As Janelas do Paratii


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Pelas janelas de um barco faz-se o mundo passar”


Informações

Ficha técnica:
Lançado pela Cia das Letras, em dez/1993 – 4 reimpressões.
19.314 exemplares vendidos – Fora de Catálogo.
Versão em capa dura e em brochura.

Curiosidades:
5 semanas na lista dos “10 livros mais vendidos / não-ficção” no Brasil.


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Pelas janelas de um barco faz-se o mundo passar. Que me desculpem os entendidos com seus rigores técnicos e nomes precisos – mais do que escotilhas, gaiútas ou vigias, o meu barco tem porta e janelas. Sete, grandes e claras, por onde, trabalhando as velas e juntando milhas, fiz passar as latitudes e paisagens que procurei. E uma porta, por onde passei mais vezes do que sei.

Sete janelas, uma para cada mar, voltadas para os lados e para a frente, que transformaram distâncias em tempo, fizeram do desconhecido o seu porto e, ao final, não se fecharam em porto nenhum.

Vinte e dois meses viajando no Paratii, atravessando nos alísios as areias do Saara ou marcando de gelo o alumínio do costado, descobri que apenas para isso serve um barco.

Para não viver em portos, e navegar. Para fazer passar por suas janelas o mundo, e, um dia, voltar

Amyr Klink

Livro esgotado

Mar Sem Fim


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360º ao redor da Antártica”


Informações

Ficha técnica:
Lançado em  fev/2000 pela Cia das Letras – 2 edições, 18 reimpressões.
121.412 exemplares vendidos até jul/2016.

Edições:
Versão especial para o MEC.
Edição limitada do patrocinador
Edição limitada Vento.
Bloomsbury (inglês) – Fora de catálogo.


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Como em um diário de bordo, “Mar sem fim” teria uma data curiosa para começar: 31 de outubro de 1998, Dia das Bruxas. Foi nesse dia que o navegador deixou a mulher, Marina, e as filhas em Paraty, decidido a realizar o grande projeto de sua vida: sua primeira volta ao mundo, realizada nas águas da Convergência Antártica – notável e precisa fronteira entre as águas frias do Norte e as águas geladas da Antártica. Ali estão os mares mais perigoso do planeta. Um percurso considerado um desafio,mesmo com os equipamentos sofisticados da navegação moderna. Amyr foi o primeiro a realizá-lo, navegando sozinho no veleiro Paratii.

Não foi um projeto fácil. Primeiro, pelo atraso na entrega do novo mastro do Paratii – uma cruz de 25 metros a ser plantada no convés, sensível ao menor movimento dos dedos do navegador. 

Com isso, não foi possível partir na data prevista, cuidadosamente calculada para o máximo aproveitamento do verão, e foi preciso esperar um ano inteiro. Em seguida, pelas enormes dificuldades da empreitada: partir de um ponto e navegar para Leste até bater nesse ponto outra vez – e isso viajando durante meses sem ver um naco de terra, enfrentando um mar temperamental, às vezes extremamente violento, com períodos de nenhuma visibilidade, muito gelo, vento forte, e o tempo todo submetido a uma rotina que não permitia mais do que cinco horas de sono não contínuo por dia.

Foram 141 dias no mar. Um verão inteiro viajando em latitudes onde o sol nunca se esconde. Dezoito mil milhas navegadas, 12.240 das quais sem pisar em terra, e com muitos sustos, como quando por pouco não ocorre uma colisão entre o Paratii e um gigantesco iceberg.

O réveillon de Amyr, em meio a uma tempestade aparentemente eterna, tem um sabor de pesadelo. E, ao mesmo tempo, o deslumbramento: miragens de ilhas, a visão de um cachalote e da rica fauna marinha – que no livro merecem um inventário, com desenhos originais de Sírio Cançado.

Essa é a viagem que o leitor acompanha neste livro, em um mar sem fim, como no poema de Fernando Pessoa que serve de epígrafe ao livro:

E ao imenso e possível oceano Ensinam estas Quintas, que aqui vês, Que o mar com fim será grego ou romano: O mar sem fim é português.

Mar sem fim teve o patrocínio da PETROBRAS

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Linha D’Água


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Entre Estaleiros e homens do mar”


Informações

Ficha técnica:
Lançado em nov/2006 pela Cia das Letras – 5ª reimporessão.
46.530 exemplares vendidos até jul/2016.


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A aventura de construir o Paratii 2: do sonho e da determinação de fazer um barco “leve como canoa, forte como rebocador”, nascem histórias de projetos, estaleiros e marinas. Seis anos depois do sucesso de Mar sem fim, Amyr Klink descreve os bastidores das grandes viagens

“Como você consegue se adaptar, depois de tantos meses no mar?”. Em seu novo relato sobre barcos e viagens, Amyr Klink confessa não conseguir deixar de se espantar com essa pergunta “típica de desmiolados que imaginam haver no mar tempo sobrando para fazer filosofia”. E basta singrar as páginas de suas novas memórias afetivas – um afeto por homens e barcos (nessa ordem, sem a menor dúvida) – para partilhar do espanto de um autor cada vez mais direto e incisivo ao discursar sobre suas paixões.

A história em torno da qual giram as várias outras histórias deste livro é a da construção, lançamento e navegação do Paratii 2, “um barco simples como canoa e cargueiro como navio”.

E a busca dessa simplicidade e dessa amplidão demanda um tempo que no mar é sempre escasso, um tempo que aflige enquanto não produz resultado, mas que permite armazenar na memória tudo que contribuiu para que o barco de Amyr fosse o mundo – repleto de tipos antológicos, apetrechos insuspeitados, como um “enganchador de moças” e “bichos peçonhentos” perfuradores de dedos aventureiros, e momentos de tensão em que dez segundos podem decidir o destino do navegador.

O leitor acompanha o nascimento do interesse de Amyr pelos barcos, sua paixão pelas canoas de Paraty, as leituras desfrutadas no sótão e as histórias recolhidas pelo mar. Testemunha também as pesquisas, os testes e as viagens empreendidas para realizar o sonho de um barco capaz de passar anos inteiros nas terras geladas da Antártica e levar na tripulação crianças e suas fantasias infantis.

O novo livro de Amyr Klink traz um barco como tema, mas o homem é o porto. E, como toda boa história marítima, tem até tesouro enterrado.

AMYR KLINK nasceu em São Paulo, em 1955. Formou-se em economia e administração, mas é conhecido por suas viagens ao redor do mundo. Navegador experiente, registrou em livro diversas de suas aventuras, como a travessia a remo do oceano Atlântico, narrada em Cem dias entre céu e mar (1995), a expedição de quase dois anos entre a Antártica e o Ártico (Paratii: entre dois pólos, 1992) e a primeira volta ao mundo realizada nas águas da Convergência Antártica, onde estão os mares mais perigosos do planeta (Mar sem fim, 2000). É autor ainda de As janelas do Paratii – 112 fotos (1993).

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