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	<title>Amyr Klink &#187; Artigos</title>
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		<title>Depoimento Sandro Campelo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2014 20:47:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Amyr, Ontem (21/10/2014) eu assisti a sua palestra no VI SUPRE em SP. No início, eu achei você meio tenso, e pensei &#8220;o negócio desse cara é mesmo velejar sozinho. O que ele esta fazendo aqui ?&#8221;. rsssss Ai veio o primeiro insight: &#8220;é preciso resolver problemas complicados buscando soluções simples&#8221;, e eu pensei: &#8220;temos assunto pra ouvir uma hora só nisso&#8221;. E não...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Amyr, </p>
<p>Ontem (21/10/2014) eu assisti a sua palestra no VI SUPRE em SP.</p>
<p>No início, eu achei você meio tenso, e pensei &#8220;o negócio desse cara é mesmo velejar sozinho. O que ele esta fazendo aqui ?&#8221;. rsssss</p>
<p>Ai veio o primeiro insight: &#8220;é preciso resolver problemas complicados buscando soluções simples&#8221;, e eu pensei: &#8220;temos assunto pra ouvir uma hora só nisso&#8221;.</p>
<p>E não rolou&#8230;  Você emendou com o assunto da sua casa, da inexistência de energia elétrica (talvez a única relação da sua palestra com o evento&#8230; rssss).</p>
<p>E conversa vai, conversa vem, a voz meio tensa, foi ficando mansas, as piadas sutis aparecendo, e as fantásticas histórias surgindo, e ficamos todos nós viajando nas suas histórias.</p>
<p>Num instante, a palestra acabou!!! E eu critiquei na hora, mas já, é só isso, faltou conectar melhor essas histórias com o mundo corporativo&#8230; q absurdo.</p>
<p>Fiquei meio decepcionado, sai refletindo, até que pensei: “mas peraí, dane-se o mundo corporativo, esse cara veio aqui mostrar pra gente o que é ser feliz, o que é amor pelo que se faz, o que é ter coragem de ir atrás dos seus sonhos”.</p>
<p>A sua naturalidade é tão grande que talvez você não se dê conta das mensagens tão importantes que você passa. &#8220;Temos que por a mão na massa, e a alma naquilo que agente faz&#8221;!!!</p>
<p>Segundos depois, fui saindo do auditório e me deparei contigo. Você prontamente me estendeu a mão, nos cumprimentou com um sorriso. Eu lhe disse apenas &#8220;obrigado&#8221;.</p>
<p>Mas faltou dizer: Obrigado pelo exemplo, parabéns pela sua simplicidade, sucesso nos seus próximos desafios, e vida longa aos homens de bem !!!!</p>
<p>Abs,<br />
Sandro Campelo</p>
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		<title>No Fim do Mundo: a conquista da Antártica</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 19:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pretel]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Na vastidão branca do deserto gelado, um intricado jogo que envolve delicados biomas, políticas internacionais e pesquisa científica mostra a importância do continente para a manutenção climática e pacífica da humanidade Nós sempre nos autodefinimos a partir da habilidade de superar o impossível. E nós contamos esses momentos. Os momentos em ousamos mirar mais alto… Quebrar barreiras… Tentar alcançar as estrelas. Tornar conhecido o desconhecido....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Na vastidão branca do deserto gelado, um intricado jogo que envolve delicados biomas, políticas internacionais e pesquisa científica mostra a importância do continente para a manutenção climática e pacífica da humanidade</em></p>
<blockquote><p>Nós sempre nos autodefinimos a partir da habilidade de superar o impossível. E nós contamos esses momentos. Os momentos em ousamos mirar mais alto… Quebrar barreiras… Tentar alcançar as estrelas. Tornar conhecido o desconhecido. São as realizações das quais mais nos orgulhamos. Mas perdemos isso tudo. E talvez tenhamos esquecido de que ainda somos pioneiros e nós mal começamos. E que nossas grandes realizações não podem ficar para trás porque nosso destino está acima de nós”.<br />
(Interestelar; Jonathan &amp; Christopher Nolan)</p></blockquote>
<p>Desde o primeiro momento em que um homem colocou um barco na água, sua intenção sempre foi a de explorar e de conquistar o novo: por terra, pelo mar, pelo ar e pelo espaço, fomos motivados e inspirados a nos revolucionar, superar barreiras e conquistar o que ainda não dominávamos.</p>
<p>As grandes navegações aconteceram entre os séculos XV e XVII, e serviram basicamente para os europeus buscarem novas rotas de comércio. Nessas viagens, os navegadores se deparavam com novos continentes e a expansão da cultura europeia tinha início. Mas existia um lugar que ninguém poderia colonizar – um deserto branco onde ninguém conseguiria sobreviver.</p>
<p>Naquela época, os mapas traziam um gigantesco continente ao sul. Sabia-se da sua existência, mas não haviam registros para o que servia aquele pedaço de terra e o que tinha lá. Essa região era conhecida como Terra Australis e se acreditava que ela balanceava o peso da Europa, Ásia e África no globo.</p>
<p>Hoje, a Antártica se tornou um lugar fascinante para navegadores, cientistas, curiosos e amantes da natureza, mas ainda desconhecido. Muitas das pesquisas e visitas por parte de turistas acontecem só em algumas ilhas nos arredores do continente, as chamadas ilhas subantárticas – o interior ainda foi pouco explorado, e acredita-se que tem muito a ser descoberto em termos científicos.</p>
<p>O papel desempenhado pela Antártica na dinâmica climática, política e científica é bem relevante. Hoje, o desempenho do Brasil na pesquisa científica começa a ganhar força; as relações políticas dos países que fazem parte do Tratado da Antártica envolvem paz e solidariedade. E o turismo – que poderia ser o aspecto mais prejudicial – se torna um importante meio de preservação e conscientização sobre esse imenso continente gelado.</p>
<p><img src="http://www.amyrklink.com.br/wp-content/uploads/2014/10/marinaklink_33.jpg" alt="marinaklink_33" width="788" height="525" class="alignnone size-full wp-image-1722" /><br />
<em>(foto: Marina Klink)</em></p>
<p>Alguns historiadores dizem que os povos vizinhos à Antártica, como os Aush, da Terra do Fogo, e os Maori, da Nova Zelândia, foram os primeiros a chegarem ao continente – mas, como nunca foi encontrado algum registro, a primeira viagem ao continente se dá quando o Capitão James Cook cruza com as tripulações dos navios Resolution e Adventure o Círculo Polar Ártico três vezes entre 1772 e 1775, desfazendo o mito do Terra Australis – sem, no entanto, avistar o continente devido ao gelo e um denso nevoeiro.</p>
<p>Na primeira metade do século XIX, navios baleeiros e foqueiros chegam à região das Ilhas South Sandwich. Nesse meio tempo, ocorrem algumas explorações esporádicas por parte de navegadores europeus e dos Estados Unidos.</p>
<p>Durante o VI Congresso Internacional de Geografia, que aconteceu em 1895, os seus participantes lançaram um apelo pela exploração da Antártica devido aos benefícios científicos que poderiam advir do continente. Assim, começa uma corrida para o Ártico, e em 1898 o barco Bélgica, formado pelo zoólogo romeno Emile Racovtiza, pelo geólogo polonês Henryk Arctowski, pelo navegador e astrônomo belga George Lecointe, pelo médico americano Dr. Frederick Cook e pelo norueguês Roald Amundsen realizam a primeira invernagem na Antártica.</p>
<p>Amundsen se torna uma referência na história ártica quando, em 14 de dezembro de 1911, conquista o Polo Sul, colocando os pés no centro do continente. Além disso, ele também se torna responsável por registrar os polos magnéticos do globo e desenvolver técnicas de sobrevivência no Ártico ao adaptar o tipo de vestimenta dos Netsilik, povo indígena que reside no Canadá.</p>
<p>Essa corrida pelo continente gelado trouxe severas disputas entre seus participantes, mas todos deixaram sua marca na história ao repassar os conhecimentos de navegação, cartas náuticas e registros. É dessa época que saem grandes obras de memórias e diários de bordo que auxiliaram navegadores de outros períodos.</p>
<p><img src="http://www.amyrklink.com.br/wp-content/uploads/2014/10/terraaustralis.jpg" alt="Zuidpool" width="788" height="705" class="alignnone size-full wp-image-1724" /><br />
<em>Mapa de Terra Australis (reprodução)</em></p>
<p>Amyr Klink é um dos maiores navegadores do Brasil – se não o maior. Em 1984, ele realizou a travessia do Atlântico Sul da Namíbia ao Brasil num pequeno barco a remo, contado no livro Cem Dias Entre Céu e Mar. Em dezembro de 1989, ele realiza a sua primeira viagem à Antártica, uma expedição bem desafiadora e que envolvia uma invernagem, que durou até dezembro do próximo ano e envolveu a construção do primeiro Paratii. Desde então, o continente se tornou uma espécie de segunda casa, tocando todos os membros da família Klink.</p>
<p>Amyr é natural de São Paulo, e nasceu em 25 de setembro de 1955. Sua inspiração por viagens e pelo mar veio através da cidade de Paraty (RJ), que começou a frequentar ainda pequeno. A cada livro escrito por Amyr que você lê, descobre-se cada vez mais o envolvimento dele com esse mundo de aventuras, com a pesquisa em cima de histórias reais de grandes navegações. Ele aprende com os erros dos outros e desenvolve o que há de mais moderno em embarcação com a construção do Paratii 2, que começou em 1994 e só terminou em 2001.</p>
<p>Enquanto combinava a entrevista com Amyr, a esposa dele, a fotógrafa Marina Bandeira Klink, me dava dicas e me orientava sobre o que ler e me dava alguns recortes da história da Antártica, envolvendo a pesquisa sobre alguns exploradores que tiveram grande importância no processo de conquista do continente.</p>
<p>Na conversa que tive com Amyr, começo perguntando sobre esses grandes navegadores – e descubro que muito do que havia pesquisado e entendido era bem mais complexo e profundo. Ele relembra que as expedições lideradas por Nathaniel Palmer entre 1820 e 1830 serviram para procurar novos celeiros para caçar baleias. “Era no pior sentido de exploração que se fez as primeiras viagens para o Ártico. Mesmo os irmãos Enderby, que acabaram patrocinando a segunda ou terceira circum-navegação do continente Antártico, tinham um propósito voltado para exploração econômica”, explica.</p>
<p>Amyr argumenta que esses eventos foram importantes “porque eles foram construindo o caminho da viabilidade técnica de se ir para lá. É uma região de navegação difícil, isolada. O southern ocean é um oceano difícil, tempestuoso, com uma série de obstáculos de visibilidade, ondas grandes, ventos irregulares, neblina, gelos à deriva… E eu acho que a partir da corrida para o polo é que se começa a criar um propósito de pesquisa científica a parte da exploração econômica”.</p>
<p>O navegador também comenta que essas expedições realizadas por exploradores como Amundsen, Robert Falcon Scott ou Ernest Shackleton serviram mais para mistificar a região do que transformar a navegação e exploração da Antártica em uma atividade séria. “(A Antártica) é uma região aonde os cientistas não entendem nada da navegação, e eles estavam simplesmente preocupados com aspectos ligados à ciência. Lá é uma região que demanda habilidades técnicas em navegação muito grandes. Eu acho que uma expedição como a do Shackleton nada colaborou para a navegação ficar séria, ela simplesmente ajudou a mistificar ainda mais”, ele completa.</p>
<p><img src="http://www.amyrklink.com.br/wp-content/uploads/2014/10/infogrc3a1fico2.jpg" alt="infogrc3a1fico2" width="744" height="1023" class="alignnone size-full wp-image-1725" /><br />
<em>(arte: Lucas Loconte)</em></p>
<p>Por Lucas Loconte</p>
<p>Fonte: <a href="http://zazue.eco.br/2014/10/13/no-fim-do-mundo-a-conquista-da-antartica/" target="_blank">Zazue</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fenasan 2012 supera as expectativas</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 22:35:26 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Amyr Klink foi o destaque no segundo dia]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O segundo dia do XXIII Encontro Técnico AESabesp &#8211; Fenasan 2012, o maior evento em saneamento ambiental da América Latina, que conta com o apoio institucional do CREA SP, deu continuidade à sua programação, na parte da manhã, com  apresentações de 32 trabalhos técnicos, quatro mesas redondas e o curso “Estratégias para o enfrentamento das mudanças climáticas na questão dos recursos hídricos”, apresentado pelos especialistas  Prof. Dr. Filipe Duarte Santos FCUL/SIM-CCIAM (Portugal); Prof. Dr. Humberto Ribeiro da Rocha IAG/USP ; Msc. Rita Jacinto FCUL/SIM -CCIAM (Portugal) e Msc. Vanessa Hasson de Oliveira, da PUC-SP/AESabesp.</p>
<p>As mesas redondas do segundo dia da feira, tiveram como foco principal a apresentação de  metodologias adotadas para proporcionar saneamento de qualidade às regiões carentes, com o mínimo possível de impacto ambiental e exposição de risco aos seus moradores .</p>
<p>Sob o tema “Saneamento e saúde em comunidades isoladas e pequenos municípios”, os palestrantes Luís Paulo de Almeida Neto (diretor de Sistemas Regionais da Sabesp); Ana Lucia Brasil  (diretora da ABES-SP- Associação Brasileira Engenharia e Sanitária Ambiental de São Paulo) e Edson Giriboni (secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do Governo do Estado de São Paulo), demonstraram  que a falta de saneamento, especialmente de ligação e  tratamento de esgoto, nessas regiões afetam a qualidade de vida dos seus habitantes, com ênfase no comprometimento do desenvolvimento infantil  e apresentação de elevado índice de doenças. O secretário ainda apresentou as medidas do Estado para levar saneamento para esta população, por meio dos programas “Córrego Limpo” e o “Se liga na rede”, que promovem melhorias na  infraestrutura e a conscientização ambiental na sociedade, para o descarte correto dos resíduos.</p>
<p>Com o foco na redução dos riscos de doenças ocasionadas pela má qualidade da água, a mesa redonda “Situação de riscos à saúde, agravos e eventos ambientais – a necessária conversa com o Plano de Segurança da Água” contou com a presença dos palestrantes técnicos da Sabesp, Wady R. Bon e André Gois , além da convidada Roseane Maria Garcia Lopes de Souza, da CVE SP ( Centro de Vigilância Epidemiológica). As discussões giraram em torno da  importância de se utilizar os critérios e padrões de qualidade estabelecidos pelo PSA (Plano de Segurança da Água)  para que o produto final, fornecido à população, seja de qualidade conforme a determinação da OMS (Organização Mundial de Saúde).</p>
<p>O desafio de se estabelecer um bom canal de comunicação entre as equipes, para manter a qualidade do atendimento, também foi um dos temas do 2º dia do Congresso, com  a mesa “Gestão de empreendimentos &#8211; a qualidade do produto final X termos de referência”, que contou com as presenças dos palestrantes técnicos da Sabesp, José Jairo Varioli e Arisnandes Antonio da Silva, e com a participação do presidente da APECS (Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente,  Luiz Roberto Gravina Pladevall. As discussões  destacaram a importância de se redigir Termos de Referência claros e específicos, para que as empresas contratadas possam compreender e atender as necessidades da demanda sem que haja interpretações equivocadas.</p>
<p>Para concluir as mesas redondas do período  da manhã, a mesa “Gestão de riscos corporativos &#8211; uma inovação no setor de saneamento” foi ministrada pelos profissionais técnicos da Sabesp, Sílvio Valdrighi e  Luciano S. Diaz,  e também contou a presença de Antonio Cocurullo,  da empresa Parker Randall. Na oportunidade, foram apresentadas as ações da Superintendência de Gestão de Riscos e Qualidade da Sabesp, que dedica suas ações para gerar estudos prévios que possam garantir  a implantação dos projetos da empresa para tratamento e distribuição de água e esgotamento sanitário,  com o mínimo possível de impacto ambiental identificando os riscos e integral monitoramento de controles.</p>
<p>Em realização simultânea ao nosso Congresso, foi promovido, pela Sabesp, o seu IV  Encontro de Fornecedores, que lotou o 2º andar do Pavilhão, com vários representantes das empresas do setor, cuja grande maioria é expositora da Fenasan.</p>
<p>O evento contou com a presença de toda a diretoria da Sabesp e a  abertura foi feita pela diretora-presidente da empresa, Dilma Pena, que destacou a importância dos parceiros presentes no aprimoramento dos processos de aquisição da Sabesp, bem como a busca da universalização dos serviços de saneamento, com sustentabilidade. No seu pronunciamento, foi reforçado o trabalho socioambiental da empresa:  “esperamos dos nossos fornecedores um compromisso ambiental ampliado e uma atenção com os trabalhadores, pois essas atitudes e comportamentos geram valor para a empresa e aumentam sua credibilidade perante o mercado”.</p>
<p>Posteriormente, esse fórum foi distribuído em quatro auditórios, cada qual coordenado por uma diretoria da empresa: Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente, conduzida pelo diretor João Baptista Comparini; Metropolitana, conduzida pelo diretor Paulo Massato; Sistemas Regionais, conduzida pelo diretor Luiz Paulo de Almeida Neto; Gestão Corporativa, conduzida pelo diretor Manuelito Magalhães.</p>
<p>Ao término do Encontro, a presidente Dilma, junto ao secretário de Saneamento e Recursos Hídrico,  Edson Giriboni, e diretores da Companhia, diretores da AESabesp e o presidente da entidade, Hiroshi Ietsugu, percorreram os corredores da Fenasan, antes da abertura da Feira.</p>
<p><strong>Amyr Klink empolga a platéia</strong></p>
<p>A parte da tarde do Congresso Técnico foi complementada com mais 12 palestras técnicas e a esperada palestra de encerramento “Um dia de viagem, dois dias de planejamento”, proferida pelo famoso navegador, Amyr Klink.O autor chegou com bastante antecedência para conhecer a Fenasan, onde foi abordado por vários admiradores e atendeu a todos com extrema simpatia. Ao iniciar a sua palestra, elogiou a potência da Feira e do saneamento e ainda observou que nos seus estandes, repletos de válvulas, bombas e tubos, tinha tudo o que ele gostava, cativando a simpatia do público.A palestra foi constituída pela narração de suas próprias experiências nas famosas expedições, como as de 100 dias na travessia do Atlântico Sul, com rota da África ao Brasil, bem como ao redor da Antártica, na qual, sozinho em seu veleiro Paraty, enfrentou situações de alto risco, a funcionalidade de seu estaleiro na cidade de Itapevi-SP e seu projeto de construções náuticas flutuantes, que envolvem sofisticados recursos, baseados na aprendizagem com simples canoeiros.</p>
<p><strong>Público receptivo na Fenasan</strong></p>
<p>Também na parte da tarde, das 13 às 20 horas, foi realizado o segundo dia da Fenasan 2011, que recebeu um grande público interessado nas novidades tecnológicas apresentadas na Feira e que reuniu expositores de todo o Brasil e muitos internacionais. Visitantes vindos de vários estados brasileiros e de países como Itália e Estados Unidos vieram conferir de perto o que São Paulo tem para mostrar nesse setor vital para o desenvolvimento do País.</p>
<p>Fonte: CREA-SP</p>
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		<title>Em audiência com Amyr Klink, Colombo anuncia manutenção de parceria do governo com Museu Nacional do Mar</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Aug 2012 22:35:08 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Espaço fica em São Francisco do Sul e conta com seis embarcação só do navegador]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Estado deve manter a parceria que tem com Museu Nacional do Mar, de São Francisco do Sul. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira em um audiência do governador Raimundo Colombo com o navegador Amyr Klink e um membro do conselho gestor, Dalmo Vieira Filho.</p>
<p>Segundo o governador, o convênio não só será mantido como haverá um fortalecimento do museu.</p>
<p>Vieira Filho apresentou para o governador também os projetos de expansão do museu que pretende colocá-lo, em cinco anos, entre os três melhores do mundo. Amyr Klink que tem no museu o barco em que atravessou o Atlântico e mais outros cinco, fez questão de destacar a importância do espaço.</p>
<p>— É um museu nacional, mas que eu considero mundial pelo patrimônio naval que já tem e pelo seu potencial dentro no Brasil</p>
<p>De acordo com o navegador, a maior coleção do mundo hoje, do Almirante Paris no Museu da Marinha na capital da França, conta com 100 modelos de embarcações de todo o mundo.</p>
<p>— Só de embarcações regionais, temos uns 200 tipos diferentes no Brasil. Podemos ter a maior coleção apenas com modelos de barcos do nosso país — completou Klink.</p>
<p>Fonte:  Diário Catarinense</p>
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		<title>Palestra de Amyr Klink, na Unipar, cativou o público</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Aug 2012 22:33:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pretel]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem-humorado, o navegador falou de suas experiências.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 900 pessoas se reuniram no teatro principal da Universidade Paranaense, em Umuarama, na quarta-feira à noite, para ouvir Amyr Klink, o famoso navegador que tem no currículo dezenas de viagens pelos oceanos. Ele foi convidado para ministrar a Aula Magna dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Agronômica, Engenharia Civil, Medicina Veterinária, Química, Química Industrial e Sistemas de Informação. Além de professores e estudantes, também participaram pessoas da comunidade externa.</p>
<p>Klink veio de São Paulo especialmente para este compromisso, na Unipar. Como previsto, chegou às 15horas e foi direto aos estúdios da TV+ Unipar e TV UP para gravar programas de entrevista. Às 19h já estava no teatro, pronto para a palestra. Antes, conversou com fãs, tirou fotos. Sempre muito amável e atencioso, recebeu os espectadores para fotos e autógrafos também no final do evento.</p>
<p>O homem de aparência séria, compenetrada, surpreendeu no púlpito. Contando suas andanças mar afora, em meio a muitas informações que transitavam entre as áreas de engenharia, arquitetura, design, sociologia, preparação física e outras, o bom humor prevaleceu. Fez o público rir muito com os detalhes de bastidores das histórias inéditas que protagonizou e que impressionaram o mundo.</p>
<p>A primeira das suas maiores viagens de estudos foi a travessia do Atlântico Sul, a remo e sozinho, feita em 1984. Várias outras se sucederam, principalmente para a Antártica, onde vai todos os anos, há 25 anos. “A alegria não é ir para um lugar que ninguém foi ou que ninguém vai; a alegria é participar do processo”, destacou, acrescentando que, de todas, volta com 200 páginas de anotações sobre o desempenho da embarcação, sobre reparos que precisam ser feitos para aprimorar a embarcação, dos problemas de rota, clima e outros itens.</p>
<p>No telão, mostrou várias fotos das viagens e do estaleiro experimental que mantém numa cidade do interior de São Paulo. Klink também é construtor de barcos. “O Brasil tem muita tecnologia de construção naval, principalmente no Norte e Nordeste”, destacou, porém criticou o fato de ter poucas vias navegáveis naturais: “As principais foram destruídas, esquecidas. Se não fosse por isso, poderíamos transitar menos por rodovias e mais pelos mares e rios; teríamos um trânsito menos intenso e ainda economizaríamos, muito; ou seja, nesse aspecto, regredimos”.</p>
<p>No telão, também mostrou o casebre, que ele mesmo construiu, onde passa temporadas com a família, numa ilha em Parati/RJ. “Nessa casa, que só conseguimos chegar de barco, não tem luz elétrica; faço questão que não tenha luz elétrica”, salientou.</p>
<p>Aos estudantes, falou da importância da perseverança e da disciplina na realização dos sonhos. “Sonhar é bom, mas é melhor acordar. Traçam metas e deem o máximo de si para realizá-las”, aconselhou. Também destacou ser importante o envolvimento emocional com o trabalho: “Quem está aqui, na universidade, pensando só no dinheiro que vai ganhar depois de formado, não vai ganhar; só vão ganhar dinheiro mesmo os que colocarem o desejo de realizar alguma coisa em primeiro plano”.</p>
<p>A Aula Magna foi realizada pelo Instituto de Ciências Agrárias, Tecnológicas e Geociência da Unipar e coordenadorias dos cursos parceiros. A diretora, em seu pronunciamento, disse que Amyr Klink é uma inspiração: “Inspirem-se, transformem os seus sonhos em metas, em realidade&#8230; não deixem que as adversidades do caminho alimentem a angústia e a dúvida, não deixem que o medo impeça vocês de brilharem como estrelas que iluminarão o caminho de outros sonhadores”.</p>
<p>“Fazer-se presente em uma Aula Magna é proporcionar a sim mesmo novos conhecimentos, injeção de ânimo necessária nesta trajetória acadêmica”, destacou o diretor do Câmpus-Sede, professor Nilvio Ourives dos Santos, ao abrir o evento.</p>
<p>Fonte: Unipar</p>
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		<title>Vamos sair por aí</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jul 2012 22:33:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Liberdade leva a descobrir novos caminhos em busca de aventura, conhecimentos e lazer]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É tempo de afivelar as malas e se aventurar pelo mundo afora. Sair da rotina, conhecer novos povos e culturas, visitar lugares exóticos, aventurar-se em roteiros ecológicos, fazer um &#8220;tour&#8221; por cidades históricas ou simplesmente encher a bagagem de &#8220;souvenirs&#8221; em destinos de compras. Não importa qual seja a motivação, &#8220;viajar é preciso&#8221;. Os viajantes habituais sabem como faz bem para a alma. É a melhor terapia que existe, principalmente quando a viagem deixa recordações inesquecíveis.</p>
<p>Mesmo que não tenha o sabor da conquista dos antigos navegadores, viajar, nos tempos atuais, ainda desperta fascínio. As barreiras das distâncias foram demolidas com as facilidades de locomoção. Aventura é justamente o que leva muitas pessoas a deixarem a segurança dos seus lares em busca do prazer de descobrir lugares deslumbrantes. Para os menos afoitos, o conforto é indispensável na escolha de um roteiro de viagem. O imprevisível, no entanto, pode acontecer. Em alguns casos, provoca momentos de tensão, mas que depois se tornam experiências enriquecedoras.</p>
<p>Os motivos pelos quais as pessoas se lançam rumo ao desconhecido varia muito. Tem gente que viaja pra fugir do trabalho, dos telefonemas, dos conhecidos, do cotidiano. Tem aqueles que viajam para conhecer novas coisas, culturas, sabores, novas pessoas. Tem quem viaje para se instruir e aprender. Tudo para ter uma percepção mais precisa das coisas, das pessoas, das sociedades, das culturas.Que tal, nestas férias, ir a um lugar menos explorado, mas com boas condições de visitação? Os locais mais badalados podem ser visitados na baixa temporada, pois, com certeza, pode-se aproveitar muito mais, fazer fotos mais bonitas, pagar mais barato, ter mais contato com a cultura local e, ainda, contribuir com a diminuição do desgaste ambiental.</p>
<p>O Brasil é um país continental, com regiões repletas de atrações para se descobrir. Uma viagem internacional é, também, o sonho de muita gente. São vários os países que despertam o interesse dos brasileiros. Alguns porque são o berço da civilização, outros porque tem história marcante, outros pela sua arquitetura arrojada, outros pelo seu progresso, mas, sem dúvida, todos pelo fascínio que existe em cada ser humano de andar, viver, conhecer lugares novos e desfrutar das inúmeras possibilidades que cada lugar oferece.</p>
<p>Indiscutivelmente, viajar é uma das melhores coisas da vida. Uma viagem bem organizada, com familiares e amigos é sempre estimulante e traz grandes benefícios ao viajante. Uma viagem alegra, diverte, informa, ensina, gera grande prazer.</p>
<p>Para o famoso navegador Amyr Klink, que costuma se aventurar pelo mundo, &#8220;um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver&#8221;.</p>
<p>Fonte: Diário do Nordeste</p>
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		<title>A facilidade de comunicação é um atributo importante para líderes</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jun 2012 22:31:44 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O navegador Amyr Klink, que já foi mais de 30 vezes à Antártica, fala sobre liderança; no dia 28, ele fará uma conferência na CNT.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O navegador mais conhecido do país e autor de cinco livros, o economista e pós-graduado em Administração Amyr Klink, estará em Brasília no próximo dia 28 de junho para falar sobre liderança e superação de desafios. O evento faz parte da programação do III Ciclo de Conferências promovido pela CNT, pela Escola do Transporte e pelo Sest Senat.</p>
<p>Amyr Klink ganhou fama pelas expedições realizadas principalmente para a Antártica, na maioria delas, em barcos que ele mesmo projetou. Nascido em São Paulo, casado e pai de três filhas, já compartilhou suas experiências em mais de 2.500 palestras em 13 países.</p>
<p>Em entrevista à Agência CNT de Notícias, o empreendedor destaca o carisma como peça fundamental para exercer uma boa liderança em corporações, além da necessidade de se compartilhar responsabilidades para ampliar o compromisso com resultados na empresa. Confira:</p>
<p><strong>Na conferência que será realizada no auditório da CNT, no dia 28, o senhor vai abordar o tema Liderança e Superação de Desafios. Há como aprender a ser um líder? Existe receita para isso?</strong></p>
<p>É uma característica que algumas pessoas têm em maior ou menor grau. É importante, mas acho que é uma coisa que pode ser desenvolvida também. Já trabalhei com várias pessoas que tinham essa característica e souberam colocar em prática. Em outras, é muito difícil. Ela pode ter todos os atributos, mas, na prática, não pode faltar o carisma. É com carisma que você desenvolve empatia com o grupo. E esse é um assunto que tem mudado com o tempo, pois algumas empresas tinham pessoas com liderança extremamente rígida, dura. Hoje há uma tendência de mudar isso.</p>
<p><strong>Nos momentos mais difíceis, como saber a coisa certa a se fazer, saber liderar aquela situação para levá-la a um caminho positivo?</strong></p>
<p>Eu não tenho uma receita para isso, mas acho que nos momentos de dificuldades você tem que arregaçar as mangas e atacar os problemas. O que eu percebo hoje nas empresas em que a gente tem trabalhado é que há uma espécie de compartilhamento de responsabilidades. A preocupação agora é que cada um faça não apenas sua obrigação, mas que se preocupe com o todo, com o conjunto de tarefas. Isso nem sempre é fácil. Normalmente, o sujeito que trabalha ali não está muito preocupado com o que acontece com a empresa, está mais preocupado com o aspecto pessoal dele. E essa visão nas grandes corporações mudou bastante. Com o empoderamento, o que você faz é, na verdade, criar uma relação de compromisso com resultados.</p>
<p><strong>Os brasileiros se destacam cada vez mais no exterior. Para nós é mais fácil liderar?<br />
</strong>O Brasil está num cenário muito especial nesse momento, com aquecimento econômico, e a gente vê uma mudança nas relações de trabalho, até porque as empresas são obrigadas a crescer, senão vão perder território. Mas a verdade é que pelas dificuldades que temos aqui, pela burocracia, restrição de créditos e tudo o mais, a gente tem, de certo modo, muito mais criatividade e competência para lidar com problemas do que um executivo europeu ou norte-americano, que está acostumado com certo grau de certeza e estabilidade que hoje já não existe mais.</p>
<p>O aspecto complicado é a nossa falta de qualificação, específica ou técnica. Mas, no nosso caso, acho que é um problema mais fácil de resolver. O brasileiro tem uma grande capacidade de aprender rápido. As pessoas que vão para fora, em pouco tempo, descobrem todas as artimanhas jurídicas, burocráticas, de relacionamento&#8230; Mas quando você tem um executivo de fora aqui, você percebe uma dificuldade muito grande dele para compreender problemas tributários e de se relacionar com níveis mais baixos ou hierarquicamente mais altos, por exemplo. Eu acho que o Brasil poderia ser uma grande escola de gestão se a gente se empenhasse mais em capacitar as pessoas tecnicamente.</p>
<p><strong>Nossa capacidade de adaptação é melhor, então?</strong></p>
<p>Eu não gosto de falar isso, mas é um atributo quase que natural nosso. Não é um mérito, e ocorre justamente porque a gente vive num país cheio de transformações. A gente, no Brasil, tem uma capacidade humana que é a facilidade de comunicação, o que é interessante. Já trabalhei na Alemanha, em toda a Europa, África, e lá é muito difícil ter isso. Por isso, essa facilidade de comunicação, principalmente, é um atributo importante para líderes. Isso ajuda a conhecer, a adquirir um reconhecimento lícito ou autêntico.</p>
<p><strong>Em suas expedições, inclusive algumas solitárias, qual foi o maior desafio?</strong></p>
<p>Temos que ter muito critério na hora de preparar o barco, o roteiro. Hoje em dia, há muitos complicadores novos, como a burocracia, licenciamentos, a situação mudou bastante. Quando você passa duas semanas com ondas de 20 metros de altura, há várias situações de perigo, mas não gosto de falar muito sobre isso.</p>
<p><strong>Qual foi sua maior realização de vida até o momento? Por quê?</strong></p>
<p>Uma delas foi, na verdade, uma brincadeira. No ano passado, fui fazer um domo geodésico (estrutura de formato esférico) em alumínio. Foi preciso montar uma estrutura grande. A história dos barcos é bacana, é uma coisa que eu faço com prazer. Mas fiquei muito feliz com essa experiência de construir uma estrutura esférica bem grande, com 17 metros de altura. Foi um exercício interessante de matemática, de coordenar, desenvolver as peças, diminuir o custo. Não é para alguma utilidade, foi mais o desafio mecânico e matemático, e que levou cerca de um ano para ser concluído.</p>
<p><strong>O que o motiva em suas aventuras pelo mundo?</strong></p>
<p>Na verdade, o grande motivador é o processo. Simplesmente ir de carona não é uma coisa que me anima. Mas quando você desenha o barco, cuida da construção, do transporte, da regularização, equipar, isso é uma experiência completa. Esse é o diferencial. Nas expedições que fiz para a Antártica, acredito que 38, em 22 fui em barcos que eu mesmo projetei. E a gente fica muito feliz em ver que quem atua na Antártica prefere o nosso barco.</p>
<p>Uma outra coisa bacana aconteceu com as minhas três filhas, que hoje têm entre 11 e 14 anos. Elas lançaram um livro (sobre o que passaram nas expedições que participaram conosco &#8211; Férias na Antártica -. Mais legal que completar uma volta ao mundo foi ver as meninas falando para outros alunos, em palestras que elas dão, sobre as experiências delas, com a visão de meio ambiente que possuem. Elas participaram de seis expedições, a primeira quando tinham entre 5 e 8 anos. E ver esse resultado é muito gratificante.</p>
<p>Aerton Guimarães</p>
<p>Fonte: Agência CNT de Notícias</p>
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		<title>Futura estreia série em parceria com CPFL</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2012 22:30:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Atração sobre matriz energética tem produção da Giros e será apresentada pelo navegador Amyr Klink]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Canal Futura coloca no ar em 1º de junho o programa Caminhos da Energia, desenvolvido em parceria com a CPFL, holding que atua no setor elétrico. A série terá 10 episódios, exibidos às quartas-feiras, às 20h30, com reprises aos sábados, às 16h30, e aos domingos, às 6h30. A apresentação será do navegador Amyr Klink. A atração é produzida pela GIROS e tem direção de Belisario Franca.</p>
<p>A proposta da série, que aposta no formato documental, é mostrar como a energia está presente no cotidiano das pessoas e faz uma reflexão sobre as possibilidades de seu uso de forma eficiente e sustentável.</p>
<p>Os episódios traçam um mapa da atual matriz energética brasileira, apontando as possibilidades de geração, distribuição e consumo. A produção conta com depoimentos de mais de 50 especialistas, que apresentam o contexto histórico, mostram números e opinam sobre os caminhos que o País pode seguir para diminuir o impacto da geração e consumo de energia no meio ambiente.</p>
<p>Junto com o Caminhos da Energia, o Canal Futura e a CPFL produziram uma série de programetes que apresentam dicas para evitar o desperdício de energia. Eles serão exibidos nos intervalos da programação. Além da exibição no Futura, a série estará disponível no site do FuturaTec, videoteca gratuita da emissora que oferece download aos usuários cadastrados.</p>
<p>Fonte: Meio e Mensagem</p>
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		<title>Estrela do mar</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 22:09:15 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Amyr Klink superou o medo de água, entrou para a história singrando mares e agora ajuda a despertar os outros para a preservação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando era criança, ele levou um caldo na praia que o deixou desconfiado com a água durante muito tempo. A mudança de ânimo só aconteceria depois, quando os pais se mudaram<br />
para Paraty, a bela cidade histórica do litoral sul do Rio de Janeiro. “Ate então eu via o mar como um obstáculo”, conta Amyr Klink. “Aos poucos, descobri que ele abre portas, que é caminho para qualquer lugar.”</p>
<p>Foi há 27 anos que, a bordo de uma canoa a remo, Amyr completou a solitária travessia de cem dias e 3 700 milhas pelo Oceano Atlântico, feito descrito no best seller Cem Dias entre o Céu e o Mar e que o tornou conhecido no Brasil e no mundo. Nos anos seguintes, fez uma histórica jornada à Antártica e duas vezes a circum-navegação polar – a primeira delas sozinho.</p>
<p>Sempre às voltas com barcos, longitudes e latitudes, reparando bem no humor das águas e dos ventos, Amyr acredita que seu exemplo ajude a despertar as pessoas para a importância do patrimônio natural. E lamenta que, com um litoral de mais de 7 mil quilômetros, o Brasil venha tratando tão mal sua porção do oceano. “É um descaso que começou na colonização e se comprova na disposição dos prédios, pois vemos igrejas e antigos casarões construídos de costas para o mar e facilitando o despejo de lixo na água, algo que acontece até hoje.”</p>
<p>Otimista, ele observa transformações em curso. “Vivemos em ambiente de aparente fartura de água e por isso não cuidamos direito de nossos recursos. Felizmente isso está mudando e já se pode ver exemplos isolados de uma relação mais respeitosa com o mar.” Enquanto planeja a próxima grande viagem, o navegador brasileiro dissemina seu modelo de convivência com a natureza. Em terra firme, dedica-se a repassar conhecimentos sobre navegação para executivos e também para jovens carentes. Amyr sabe que isso é preciso.</p>
<p>Fonte: OMINT</p>
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		<title>Amyr Klink contra o desperdício de água</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 22:07:09 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O velejador brasileiro Amyr Klink critica o uso abundante da água no dia a dia.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ele já viajou mais de 35 vezes à Antártica, atravessou o Atlântico sozinho num barco a remo, sem contar as duas voltas ao mundo que deu &#8211; sem escalas &#8211; em um veleiro. Constrói seus próprios barcos e edificações flutuantes, como casas e restaurantes, sobre lagos ou mar. Ou seja, a água é elemento constante na vida de <strong>Amyr Klink</strong>, velejador brasileiro reconhecido internacionalmente, o que torna um especialista no tema.</p>
<p>De cara, ele diz que o maior erro que se pode cometer em sua utilização é o desperdício. &#8220;No Brasil, não se sabe lavar a louça! Não tem sentido direcionar uma mão para comandar a água enquanto a outra segura o objeto a ser lavado. Quando lavo louça fina, como taças de vinho, tenho que ter as duas mãos livres para segurá-las. Não é possível evitar quebra-las se tenho que soltar do copo para abrir ou fechar a torneira. Assim, você quebra a louça na pia. E o ato de acionar uma torneira é dos mais imbecis que pode existir&#8221;, afirma Amyr. Ele conta que, certamente, se falasse há dez anos que ninguém sabe lavar louça, seria muito criticado. Mas, hoje, sente que as pessoas estão preocupadas e têm mais curiosidade para saber o que é possível fazer para economizar água.</p>
<p>Em seus barcos, para abrir e fechar a torneira, Amyr usa pedais de comando, que controlam com maior precisão o fluxo da água. Assim, é possível lavar a louça ou escovar os dentes com a quantidade exata necessária. &#8220;Trata-se de uma tecnologia americana simples e barata, que funciona com uma bomba de membrana&#8221;, explica. &#8220;Só esse mecanismo reduz o consumo de quase 80% da água que vem para a cozinha&#8221;. O problema, como ele mesmo aponta, é que esse tipo de torneira ainda não é fabricado em larga escala e sua instalação também não está prevista em normas de construção no Brasil.</p>
<p>Defensor ferrenho de ações que implementem a <strong>economia da água</strong>, Amyr garante que só instala projetos eficientes nos barcos que constrói. &#8220;Não é preciso abrir mão do conforto, muito pelo contrário!! Minhas filhas adoram lavar louça no barco, porque é mais divertido ficar com as duas mãos livres. Você comanda a água com duas torneiras &#8211; há uma de água salgada e outra de água doce &#8211; e a direciona para onde quiser. E este é um outro detalhe importante a observar: para que usar água tratada para tirar os restos de comida? Para o velejador, as casas deveriam reaproveitar água da chuva para lavar, por exemplo, a calçada, a grama ou a garagem. &#8220;Não tem cabimento usar água tratada para isso!! Não é fácil recuperar água da chuva, mas a tecnologia poderia estar nas normas de construção. Os condomínios também deveriam ser estimulados a reutilizar as águas&#8221;, afirma.</p>
<p>Há também outras maneiras, ainda mais simples, de combater o desperdício quando se está em alto mar. &#8220;Fazemos a pré-lavagem de roupas com água do mar. Existe um mecanismo que lava, bate e amacia o tecido com água salgada e um líquido degradável. Depois, é só enxaguar com a água doce!&#8221;.</p>
<p>Agora, levando em conta que essa tecnologia ainda não está disponível para todos, Amyr comenta sobre os modelos de máquinas de lavar roupa que consomem um quinto da água usada por máquinas tradicionais. &#8220;O problema é que ainda não foram criados mecanismos de incentivo para que as pessoas optem por elas na compra. As grandes questões em relação ao consumo e à sustentabilidade estão na esfera da fiscalização, da política e do estímulo econômico&#8221;. Neste caso, Amyr, citou e elogiou a iniciativa da Ambev com o Banco da Água &#8211; lançado em fevereiro (Leia <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/banco-cyan-desconto-compras-online-pela-economia-agua-622697.shtml">Banco Cyan: economize água e ganhe descontos</a>), que mostra que, quando economizamos água, economizamos dinheiro também.</p>
<p>Para o velejador, outro exemplo de estímulo ao consumo consciente deve vir dos próprios consumidores, que deveriam dar preferência a produtos feitos a partir de processos industriais mais sustentáveis. &#8220;Soube que um quilo de soja demanda de três a cinco metros cúbicos de água para ser produzido. Claro que não é uma água jogada fora, mas esse é um número extraordinário. Existe um dispêndio de água brutal nas atividades industriais&#8221;, diz e aponta que é possível avançar quanto a economia desses processos (Veja o infográfico <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/banco-cyan-desconto-compras-online-pela-economia-agua-622697.shtml" target="_blank">A Água que você não vê</a> e leia as reportagens indicadas no final da matéria).</p>
<p>Além das questões que envolvem a água, os efeitos do <strong>aquecimento global </strong>também são recorrentes na vida do velejador. Em suas viagens, já teve que buscar novas soluções para enfrentar o aumento da temperatura do planeta. &#8220;Convivo com a elite científica que pensa esse assunto no mundo e eles não estão de acordo, mas claro que já houve uma mudança muito grande no clima. Há 15 anos, eu tomava banho de sol na Antártica sem protetor solar, porque lá o ar é seco, não há muito vento e não se sente frio. De dez anos para cá, quem não passa protetor fica com queimaduras gravíssimas, vai para a enfermaria e não sai mais de lá&#8221;, alerta.</p>
<p>Também há impactos sobre os materiais que utiliza para velejar. Cabos de polipropileno usados na atracação, por exemplo, duravam entre cinco e seis temporadas na Antártica. Mas, por causa das mudanças no clima, atualmente resistem durante apenas uma temporada e viram pó, conta Amyr. &#8220;É um material barato e supersensível à ação ultravioleta. Uma das coisas que mais me impressionou, por conta do aquecimento é a ação ultravioleta&#8221;. Além disso, ultimamente o custo com o jogo de velas subiu, já que, agora, dura por volta de dois anos. Esse é um dos motivos pelos quais Amyr se dedica à construção de embarcações mais eficientes. &#8220;Se vamos usar motores de ciclo diesel, por que não eliminar o uso de hidrocarbonetos? O Brasil tem essa tecnologia. Deve-se simplesmente tirar os hidrocarbonetos do sistema de propulsão à gasolina e a diesel&#8221;, conta. &#8220;Velejar é lindo e parece uma forma limpa de energia. Mas, com esses problemas de materiais, hoje é muito mais caro e desperdiça muito mais insumos do que andar com óleo diesel&#8221;, lamenta.</p>
<p><em>Amyr Klink participou de <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/movimento-cyan-divulga-opiniao-especialistas-agua-624032.shtml">encontro promovido pelo Movimento Cyan</a>, em São Paulo, em que diversos especialistas em água falaram a respeito de questões relacionadas à água: uso, desperdício, preservação, inovação, entre outros temas.</em></p>
<p>Fonte: Abril / Exame</p>
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